Eis uma matéria para ser lida, refletida, na mídia dizer que há uma greve branca (tartaruga) em Brasilia de Policiais, uma polícia que atua onde as outras não querem... seja qual for a quebra da Ordem Pública, aciona-se quem?
Ônibus queimados alijando o direito de ir e vir das pessoas "já oficiamos a SSP/SP" que; determina ações à Polícia Militar, será que somente há esta? Preso a disposição da Justiça, há uma Polícia Judiciária, aciona-se quem? Será que não há como utilizar da videoconferência, fazer as mudanças Legisladores? Reeducandos (presos) em cuidados médicos, não é possível equipar, contratar médicos para os estabelecimento prisionais? Onde está o Princípio da Eficiência?
Baleado em protesto confirma que agrediu policial;
Imprensa não pode apoiar a quebra da ordem pública

Lixa grossa – Em depoimento a três delegados da Polícia Civil de São Paulo, na terça-feira (28), Fabrício Proteus Chaves, que participou do quebra-quebra que aconteceu na capital paulista no último sábado (25), disse que agrediu um policial militar usando um estilete. O baderneiro foi além e confirmou que carregava na sua mochila dois estiletes, um frasco com combustível e uma ferramenta conhecida como chave inglesa. Fabrício negou que estivesse carregando dois artefatos explosivos, declaração que possivelmente seguiu a orientação de algum advogado com o intuito de escapar do artigo 253 do Código Penal, que trata da fabricação, posse e transporte de artefatos explosivos e pune com pena de detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
“Art. 253 – Fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença da autoridade, substância ou engenho explosivo, gás tóxico ou asfixiante, ou material destinado à sua fabricação: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa.”
Fabrício Chaves revelou aos delegados que atacou o policial militar após ter sido atingido por um tiro. Ou seja, o jovem que alegou ser um “black bloc” é a versão tupiniquim de Rambo, pois encontra força, após ser baleado, para tentar esfaquear um policial. Conto da carochinha de alguém que já começa a sentir o peso da lei se aproximar.
Pelo menos dois grande equívocos marcaram o “day after” do episódio. O primeiro coube à imprensa, que se acostumou ao longo dos anos a criticar duramente as ações da Polícia Militar, ao mesmo tempo em que incentiva e defende a atuação de baderneiros que, a serviço de partidos políticos, destroem patrimônios públicos e privados. Os jornalistas deveriam fazer, não incensando a violência e a truculência policia, é defender a manutenção da ordem pública.
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