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Erro Médico - indenização

“É intuitivo que o erro de diagnóstico causou dor, sofrimento, aflição e retardou o tratamento, colocando em risco a saúde e a qualidade de vida da autora. As consequências poderiam ser até piores”.

A 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça paulista, por maioria dos votos, condenou um laboratório clinico em São Paulo a pagar indenização no valor de R$ 10 mil a uma mulher que recebeu um diagnóstico negativo de câncer de mama.


A autora relatou que um exame de mamografia feito na empresa ré constatou a existência de nódulos nos seios, porém outra avaliação, efetuada no mesmo estabelecimento, descartou a hipótese de existência de tumores. Por iniciativa própria, 26 dias depois, a mulher submeteu-se a ultrassonografia em outro laboratório em que se apontou o surgimento de câncer em grau invasivo. A paciente passou por cirurgia cerca de um mês após o resultado positivo da doença.

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"O comando de Operações Especiais não foi buscar ninguém em casa" (4º BPChq - Canil, GATE e COE)

Profissionais passam por processo seletivo rígido para lidarem com situações de risco
Feliz dia do Soldado 25/08/11 - Mensagem de Organização Policial Militar do Interior vide
O Comando de Operações Especiais segunda reportagem Record - veja vídeo
Há vídeo de Início da Reportagem também está postado - Iniciando com o BOPE - Batalhão de Operações Policiais Especiais - do Estado do Rio de Janeiro.

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Nenhuma outra profissão se exige tanto quanto a de vocês, vocês são muitos e não são alguns, Lembre-se de que a mudança deve ser em você, de conscientização política, de União àqueles que estão em cargos eletivos, há princípios e históricos ...

Preleção (...)
Séria a pretensão de ensinar algo, Eu só queria dizer o que é desejo...
Desejo primeiro que você ame intensamente;
E que amando seja também amado; e que se não for, seja breve e esquecido, e esquecendo, não guarde rancor...
Desejo depois que você não seja só, mas que se for... saiba ser sem desesperar;
Desejo também que você tenha amigos, que mesmo maus, sarcásticos, inconsequentes, sejam também fortes, corajosos, fieis ...
E pelo menos um deles você possa confiar, que confiando, não duvide de sua confiança...
E porque a vida é assim ...
Desejo ainda que você tenha oponentes, não necessariamente muitos, mas apenas oponentes...
e eles não sejam muitos, nem poucos, mas na medida exata, para que alguma vezes você se interpele a respeito de suas próprias certezas...

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Eis uma matéria para ser lida, refletida, na mídia dizer que há uma greve branca (tartaruga) em Brasilia de Policiais, uma polícia que atua onde as outras não querem... seja qual for a quebra da Ordem Pública, aciona-se quem?

Ônibus queimados alijando o direito de ir e vir das pessoas "já oficiamos a SSP/SP" que; determina ações à Polícia Militar, será que somente há esta? Preso a disposição da Justiça, há uma Polícia Judiciária, aciona-se quem? Será que não há como utilizar da videoconferência, fazer as mudanças Legisladores? Reeducandos (presos) em cuidados médicos, não é possível equipar, contratar médicos para os estabelecimento prisionais? Onde está o Princípio da Eficiência?

Baleado em protesto confirma que agrediu policial;

Imprensa não pode apoiar a quebra da ordem pública


Lixa grossa – Em depoimento a três delegados da Polícia Civil de São Paulo, na terça-feira (28), Fabrício Proteus Chaves, que participou do quebra-quebra que aconteceu na capital paulista no último sábado (25), disse que agrediu um policial militar usando um estilete. O baderneiro foi além e confirmou que carregava na sua mochila dois estiletes, um frasco com combustível e uma ferramenta conhecida como chave inglesa. Fabrício negou que estivesse carregando dois artefatos explosivos, declaração que possivelmente seguiu a orientação de algum advogado com o intuito de escapar do artigo 253 do Código Penal, que trata da fabricação, posse e transporte de artefatos explosivos e pune com pena de detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

“Art. 253 – Fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença da autoridade, substância ou engenho explosivo, gás tóxico ou asfixiante, ou material destinado à sua fabricação: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa.”

Fabrício Chaves revelou aos delegados que atacou o policial militar após ter sido atingido por um tiro. Ou seja, o jovem que alegou ser um “black bloc” é a versão tupiniquim de Rambo, pois encontra força, após ser baleado, para tentar esfaquear um policial. Conto da carochinha de alguém que já começa a sentir o peso da lei se aproximar.

Pelo menos dois grande equívocos marcaram o “day after” do episódio. O primeiro coube à imprensa, que se acostumou ao longo dos anos a criticar duramente as ações da Polícia Militar, ao mesmo tempo em que incentiva e defende a atuação de baderneiros que, a serviço de partidos políticos, destroem patrimônios públicos e privados. Os jornalistas deveriam fazer, não incensando a violência e a truculência policia, é defender a manutenção da ordem pública.

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